O feijão e o grão-de-bico são leguminosas bastante presentes na alimentação do dia a dia. Além de serem fontes acessíveis e versáteis de proteínas vegetais, elas fornecem nutrientes importantes como fibras, ferro, potássio e vitaminas do complexo B. Um dos grandes benefícios é a contribuição para a saúde do coração.
Segundo o estudo “Effects of Chronic Intake of Black Beans and Chickpeas on Metabolic and Inflammatory Markers in Adults With Pre-diabetes”, divulgado na NUTRITION 2025, encontro anual da Sociedade Americana de Nutrição, consumir uma xícara de feijão por dia pode trazer benefícios significativos para o coração e o metabolismo.
A pesquisa acompanhou 72 pessoas com pré-diabetes que seguiram uma dieta controlada por 12 semanas, comparando os efeitos de feijão-preto, grão-de-bico e arroz sobre marcadores de saúde.
Os resultados mostraram uma redução consistente de colesterol e inflamação: o grupo que consumiu grão-de-bico apresentou queda no colesterol total de 200,4 para 185,5 mg/dL, enquanto quem comeu feijão-preto teve redução significativa da interleucina-6, molécula ligada à inflamação. O estudo também apontou que o consumo de grão-de-bico tem efeitos semelhantes.
O estudo mostra que o feijão e o grão-de-bico são importantes aliados para a saúde cardiovascular, especialmente para quem precisa controlar lipídios e inflamação. “Nosso estudo descobriu que o consumo de feijão ajudou significativamente a reduzir o colesterol e reduzir a inflamação em pessoas com pré-diabetes, embora os níveis de glicose não tenham sido alterados”, afirmou Morganne Smith, autora do estudo, em comunicado.
De acordo com o cardiologista Dr. Rafael Marchetti, o estilo de vida é um fator importante para a saúde cardiovascular, e a alimentação é um dos destaques de uma rotina saudável. “Uma alimentação equilibrada é essencial para a saúde cardiovascular. Isso porque o consumo regular de frutas, legumes, grãos integrais, oleaginosas e leguminosas, como o feijão, ajuda a controlar o colesterol, a pressão arterial e os níveis de açúcar no sangue”, explica.
Contudo, é importante que a dieta esteja alinhada a outros hábitos saudáveis. “Mas apesar de sua importância, a alimentação não deve ser vista sozinha em uma estratégia preventiva para a saúde cardiovascular. É fundamental considerar outros fatores, como prática de atividade física, sono de qualidade, saúde mental, entre outros”, destaca o médico.
Por Tayanne Silva
Fonte: Portal EdiCase
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