Imagem: Google Maps 2022
Anunciada em novembro do ano passado, a mudança no sentido de tráfego das ruas paralelas à Avenida Goiás, em Goianésia, gerou dúvidas entre motoristas com a chegada de 2026. A previsão inicial era de que as vias se tornassem de mão única a partir do dia 1º de janeiro deste ano. No entanto, sem sinalização e sem novos comunicados oficiais, condutores passaram a questionar se a alteração já estaria valendo. A incerteza acabou contribuindo para questionamentos e acidentes de trânsito registrados nos primeiros dias de janeiro.
Diante da situação, a Central de Notícias Meganésia (CNM) procurou a Superintendência Municipal de Trânsito para esclarecer o andamento do projeto.
De acordo com as informações divulgadas, ainda no ano passado, a proposta previa a transformação das ruas paralelas à Avenida Goiás em vias de mão única. Pelo lado oeste da avenida, as mudanças atingiriam as Ruas 29 e 27. Já pelo lado leste, as alterações ocorreriam nas Ruas 31 e 33.
O objetivo da medida seria melhorar a fluidez do trânsito, principalmente na Avenida Goiás, reduzir conflitos em cruzamentos e aumentar a segurança viária em uma das regiões mais movimentadas da cidade. A mudança, no entanto, dependeria de ajustes estruturais e de sinalização adequada para orientar os motoristas.
Com a chegada do mês de janeiro de 2026, muitos motoristas passaram a questionar se a mudança anunciada anteriormente já estaria valendo. A dúvida se intensificou pelo fato de não haver placas, pintura de solo ou qualquer outro tipo de sinalização indicando a alteração no sentido das vias.
Na prática, os condutores continuaram utilizando as ruas nos dois sentidos, como sempre ocorreu. No entanto, a informação divulgada anteriormente fez com que parte da população acreditasse que a mudança já deveria estar em vigor, criando interpretações diferentes sobre o uso correto das vias.
Nos primeiros dias de janeiro, acidentes de trânsito foram registrados em alguns pontos dessas ruas paralelas à Avenida Goiás. Com isso, surgiram questionamentos sobre quem estaria errado em casos de colisão, especialmente quando um dos condutores alegava que a via já deveria funcionar em mão única.
A ausência de sinalização oficial e de comunicação atualizada contribuiu para o cenário de insegurança jurídica e de risco no trânsito. Motoristas relataram insegurança ao trafegar pelas vias, sem saber exatamente qual regra estaria valendo naquele momento.
Para esclarecer a situação, a Central de Notícias Meganésia entrou em contato com a Superintendência Municipal de Trânsito. Em resposta, o superintendente Lucas Santiago Batista informou que a mudança ainda não entrou em vigor.
Segundo ele, o projeto segue em fase de estudos e não há implantação efetiva no momento. O superintendente explicou que algumas rotatórias foram retiradas temporariamente devido a serviços de recapeamento e que, antes da alteração no sentido das vias, haverá uma fase de melhorias no asfalto dessas ruas.
“Ainda não [se já estaria valendo as mudanças]. Estamos em fase de estudos ainda, mas em breve sim. Algumas rotatórias foram retiradas para recapeamento. E vai ter uma fase de melhorias no asfalto dessas ruas antes da implantação”, afirmou.
Especialistas em trânsito destacam que nenhuma mudança viária pode ser considerada válida sem a devida sinalização. Placas verticais, pintura horizontal e campanhas educativas são elementos essenciais para garantir que os motoristas compreendam e respeitem as novas regras.
Enquanto não houver sinalização oficial implantada pela Superintendência Municipal de Trânsito, as vias continuam seguindo o regime anterior de circulação. Qualquer autuação ou responsabilização baseada em uma mudança ainda não implementada poderia ser questionada legalmente.
O caso evidencia a importância de uma comunicação clara e contínua entre o poder público e a população. Anúncios prévios sobre mudanças no trânsito precisam ser acompanhados de atualizações frequentes, especialmente quando há adiamentos ou alterações no cronograma.
A falta de informação atualizada gera confusão, aumenta o risco de acidentes e compromete a confiança dos cidadãos nas decisões relacionadas à mobilidade urbana. Campanhas educativas antes da implantação efetiva são fundamentais para preparar os condutores.
Até que a mudança seja oficialmente implantada e devidamente sinalizada, os motoristas devem continuar respeitando as regras atuais de circulação, mantendo atenção redobrada nos cruzamentos e reduzindo a velocidade nas ruas paralelas à Avenida Goiás.
Em caso de dúvidas, a orientação é buscar informações diretamente nos canais oficiais da Superintendência Municipal de Trânsito e evitar interpretações baseadas apenas em anúncios antigos ou em comentários informais.
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