Morre Edu Manga, habilidoso meia revelado no Palmeiras e com passagem na seleção, aos 58 anos


O futebol brasileiro se despediu nesta sexta-feira de um dos grandes nomes dos anos 80. Morreu, aos 58 anos, o habilidoso meia-atacante Eduardo Antônio dos Santos, o Edu Manga, grande revelação do Palmeiras, que também defendeu o rival Corinthians, além da seleção brasileira e fez sucesso no futebol mexicano (América), japonês (Shimizu S-Pulse) e espanhol (Real Valladolid. Ele estava internado em Barueri lutando contra problemas renais.

“Hoje é um dia triste, perdi um dos melhores amigos que tinha no futebol, Edu Manga. Desde os 13 anos de idade no Palmeiras, eu, Edu Manga e Gerson Caçapa sempre juntos. Vá com Deus meu irmão. Você foi um craque, admirava seu futebol. Meus sentimentos”, lamentou o lateral Denys, amigo pessoal e justamente quem o apelidou de Manga por causa de seu penteado.

Nascido em Osasco, Edu foi revelado no Palmeiras em 1985, clube pelo qual atuou em 188 jogos e anotou 44 gols até 1989. E desde cedo se caracterizou por sua habilidade em armar jogos e também por superar marcação adversária com dribles. O futebol diferenciado o levou à seleção brasileira, pela qual jogou em nove oportunidades.

“Com profunda tristeza, recebemos a notícia do falecimento, aos 58 anos, de Eduardo Antônio dos Santos, o Edu Manga, ídolo da torcida do Palmeiras nos anos 1980. Formado nas categorias de base do clube, pelo qual atuou profissionalmente de 1985 a 1989, o meia fez 44 gols em 188 jogos com a camisa alviverde e acumulou convocações para a seleção brasileira. Prestamos nossas condolências à família e aos amigos do nosso eterno Edu Manga. Descanse em paz, craque!”, lamentou o Palmeiras.

O desempenho de alto nível no Palmeiras o levou para o América do México, no qual anotou 37 gols em 50 aparições e conquistou a Liga dos Campeões da Concacaf e a Copa Interamericana em 1990. Após passagem rápida pelo Corinthians, o ex-meia seguiu desbravando no futebol internacional, agora no Shimizu S-Pulse, do Japão. Ainda defendeu Emelec, voltou ao América e passou também por Real Valladolid, eleito um dos melhores estrangeiros da história do clube.

No Brasil, além dos arquirrivais do estado, também vestiu as camisas de Athletico-PR, Rio Branco, Sport, Remo, Náutico e Figueirense, onde se aposentou em 2002.



Por: Estadão Conteúdo

Estadão

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