Tuanny Guilarducci orienta pacientes e colaboradores sobre sinais e sintomas da disfagia - Imagem: Débora Alves/Imed
Dificuldade para engolir alimentos, líquidos ou medicações, acompanhada de tosse, engasgo ou sensação de comida presa na garganta podem ser mais do que um incômodo passageiro, indicando a presença da disfagia, um distúrbio que compromete a deglutição e representa riscos à saúde. Para conscientizar sobre o tema, o Hospital Estadual de Trindade Walda Ferreira dos Santos (Hetrin) realizou uma ação educativa voltada para pacientes, acompanhantes e colaboradores.
A ação foi conduzida pela fonoaudióloga da unidade do Governo de Goiás Tuanny Guilarducci, em parceria com a coordenadora da clínica médica, Ester Mariana. Durante a ação, a equipe percorreu os setores e leitos da unidade para explicar sobre os sinais e sintomas da disfagia, além de tirar dúvidas sobre a condição.
“A disfagia é uma dificuldade para engolir que pode afetar qualquer faixa etária e estar associada a condições neurológicas ou outros problemas de saúde. Pode se manifestar desde dificuldade para engolir a própria saliva até alimentos sólidos e líquidos. Durante nossa ação, orientamos os pacientes e colaboradores sobre a importância do diagnóstico precoce para evitar complicações”, explicou a fonoaudióloga.
Sinais de alerta
Alguns sintomas podem ser sinais de alerta, indicando dificuldades ao engolir, o que requer atenção especializada, como engasgos frequentes durante as refeições, sensação de algo preso na garganta, tosse ou sufocamento após engolir alimentos ou líquidos, perda de peso sem explicação ou mudança no padrão de voz, como a rouquidão.
Segundo dados da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, aproximadamente 25% dos idosos ativos e saudáveis apresentam alguma dificuldade na deglutição. Quando o idoso é debilitado, o percentual pode chegar a 70%, conforme o caso. Além disso, de acordo com a Associação Americana de Fala e Linguagem Auditiva (Asha), estima-se que a disfagia atinja cerca de 20% da população. Esses números reforçam a importância da conscientização e do diagnóstico precoce da condição.
“Se você ou alguém próximo apresenta esses sintomas ou sente desconforto ao se alimentar, é fundamental buscar avaliação de um fonoaudiólogo para diagnóstico e tratamento adequado”, orienta a profissional do Hetrin, que é administrado pelo Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (Imed).
Por Débora Alves/Imed
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