Fachada da unidade de saúde do Governo de Goiás em Trindade iluminada na cor rosa - Débora Alves/Imed
A saúde íntima da mulher é fundamental para seu bem-estar e sua qualidade de vida. Por isso, a equipe de infectologia do Hospital Estadual de Trindade Walda Ferreira dos Santos (Hetrin) faz um alerta importante sobre a saúde da mulher e as infecções ginecológicas mais comuns. Segundo a infectologista da unidade do Governo de Goiás, Pamela Wander Rosa, entre as principais doenças estão a candidíase, a vaginose bacteriana e infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), como HPV e sífilis.
A médica reforça que bons hábitos de higiene ajudam a reduzir a ocorrência de infecções não sexualmente transmissíveis. “O uso de peças íntimas de algodão e evitar roupas úmidas por longos períodos, como maiôs e biquínis, são medidas importantes para prevenir essas condições”, explica dra. Pamela. Já para evitar ISTs, a especialista reforça a importância do preservativo. “Tanto o preservativo feminino quanto o masculino são aliados essenciais para prevenir a transmissão dessas doenças.”
Relação com o câncer
De acordo com estudo do Ministério da Saúde, a taxa de infecção pelo HPV na região genital atinge 54,4% das mulheres e 41,6% dos homens no Brasil. O HPV é a infecção sexualmente transmissível mais comum no mundo e está associada a mais de 90% dos casos de câncer de colo do útero. Além disso, cerca de 90% das verrugas genitais são causadas pelo vírus. Isso reforça a necessidade de prevenção por meio do uso de preservativos e da vacinação, ofertada gratuitamente pelo SUS.
Os sinais de alerta que indicam a necessidade de procurar um profissional de saúde incluem mudanças no corrimento, como alterações na cor, odor e aspecto. “Se o corrimento se tornar amarelado, esverdeado ou até sanguinolento, com odor fétido, é fundamental buscar atendimento médico”, orienta a especialista. Lesões como ulcerações e bolhas também devem ser avaliadas por um profissional.
O tratamento das infecções ginecológicas varia conforme o diagnóstico médico. “Pode envolver o uso de medicações orais, cremes vaginais e, em alguns casos, o tratamento do parceiro sexual também é necessário”, reforça a médica infectologista do Hetrin, unidade administrada pelo Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (Imed).
Por Débora Alves/Imed
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