Imagem: Simulação/Depositphotos
O Grupo Especial de Repressão a Crimes Patrimoniais (GEPATRI) da 15ª Delegacia Regional de Polícia (DRP), prendeu em flagrante um ex-funcionário de uma Companhia de Energia em Goianésia. O homem, que não teve sua identidade revelada, foi detido após apresentar documentos falsos durante um interrogatório na delegacia, na tentativa de enganar os policiais e obstruir as investigações.
O investigado havia trabalhado como atendente na unidade da empresa entre novembro de 2024 e janeiro de 2025, sendo responsável por receber pagamentos de boletos de energia elétrica atrasados. Contudo, ao invés de gerar códigos Pix ou QR Codes vinculados à conta da companhia, ele direcionava os pagamentos para suas contas pessoais, prejudicando os consumidores.
As vítimas, que perceberam que suas contas não foram quitadas, procuraram o GEPATRI para relatar o ocorrido. Durante as investigações, representantes da empresa confirmaram que os valores pagos pelos clientes não foram creditados à companhia prestadora de serviços. O ex-funcionário foi convocado a comparecer à delegacia, onde confessou ter recebido os pagamentos, mas alegou que repassou os valores à empresa posteriormente.
Para tentar comprovar sua versão, ele apresentou comprovantes de transferências bancárias. No entanto, uma análise minuciosa dos documentos revelou que eram falsos. O investigado admitiu ter alterado um comprovante real utilizando o programa PowerPoint, modificando valores e datas para simular os repasses.
Diante das evidências apresentadas, a Autoridade Policial decidiu pela ratificação da prisão em flagrante do ex-funcionário.
Este caso ressalta a importância de verificar a autenticidade de transações financeiras e destaca o trabalho do GEPATRI no combate a crimes patrimoniais na região, reforçando a necessidade de uma vigilância constante no setor financeiro.
A Equatorial Goiás repudia veementemente este tipo de atitude, reforça que está colaborando e apoiando a investigação da autoridade policial para que sejam adotadas as devidas punições, caso o fato seja comprovado.
A companhia destaca que o homem era de uma empresa terceirizada e já foi desligado. De acordo com a prestadora de serviços, ele não chegou trabalhar nem por três meses.
A Equatorial destaca seu compromisso com a ética e não admite qualquer desvio de conduta, seja de seus funcionários próprios ou das empresas terceirizadas.
Assessoria de Imprensa Equatorial Goiás
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