Gordura abdominal que resiste a dietas, fadiga sem motivo aparente, metabolismo lento, desconfortos recorrentes, inchaços persistentes e sinais de envelhecimento fora de hora. Esses sintomas, muitas vezes ignorados ou tratados isoladamente, podem indicar algo mais profundo: um processo inflamatório contínuo no organismo.
“É uma inflamação silenciosa, contínua e sutil, causada por hábitos do dia a dia que vão se acumulando com o tempo e que, mesmo sem sintomas evidentes, já está acelerando o envelhecimento celular, acumulando gordura visceral e preparando o terreno para doenças crônicas como diabetes, hipertensão e obesidade”, explica o médico Dr. Dárcio Pinheiro, com pós-graduação em ciências da obesidade e sarcopenia e hormonologia.
Não é um fator isolado. É o combo que mais vemos hoje:
Nesse tipo de inflamação, o corpo não reage com febre ou dor como em uma infecção aguda. Ele apenas entra em um estado inflamatório sutil e contínuo, onde as células ficam “irritadas”, os hormônios desregulados, e o sistema imunológico ativado o tempo todo mesmo sem uma ameaça real.
Um metabolismo travado, que gasta menos energia, estoca mais gordura (especialmente na barriga), perde massa muscular com facilidade e acelera o processo de envelhecimento interno, inclusive de órgãos vitais como coração, fígado e cérebro.
Além disso, essa inflamação “baixa, mas constante” contribui para:
Você não precisa esperar que uma doença apareça para perceber que algo está errado. Existem exames específicos que ajudam a identificar esse processo inflamatório silencioso e que já fazem parte da rotina dos médicos mais atualizados:
Com base nesses dados e nos sintomas clínicos, é possível montar uma estratégia de reversão da inflamação. E ela não começa com remédios, mas com comida, sono, sol e movimento.
A alimentação exerce influência direta sobre os níveis inflamatórios do organismo e pode ser uma aliada poderosa na recuperação do equilíbrio metabólico. “O que desinflama o corpo não são soluções milagrosas, mas constância nos estímulos certos. E a alimentação é o primeiro deles”, reforça o Dr. Dárcio Pinheiro. Ele ensina os pilares nutricionais que combatem a inflamação crônica silenciosa:
A suplementação pode ser uma grande aliada no combate à inflamação desde que individualizada, com base em exames e sintomas reais. Alguns ativos com ação cientificamente comprovada incluem:
Mas o Dr. Dárcio Pinheiro alerta que “não existe anti-inflamatório natural que funcione sem base. Suplemento não é paliativo, é ferramenta. E toda ferramenta precisa de estratégia”.
A grande virada de chave é entender que não se trata de doença ainda, mas de um terreno fértil para que ela aconteça. E é exatamente nesse momento que a medicina integrativa e a nutrologia têm maior impacto: antes da doença, quando ainda há tempo de prevenir, reverter e regenerar.
Por Roneia Forte
Fonte: Portal EdiCase
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