A sessão da Câmara Municipal de Goianésia, recentemente foi marcada por um pedido enfático da vereadora Taíza Andrade, que solicitou ao Executivo Municipal a ampliação do horário de visitas no Hospital Municipal Irmã Fany Duran. A parlamentar reforçou que familiares têm enfrentado dificuldades para acompanhar pacientes internados, especialmente diante das condições atuais da unidade.
Durante seu pronunciamento, Taíza relatou ter presenciado uma situação que classificou como “constrangedora”, quando um familiar não pôde entrar para visitar um paciente devido às regras rígidas atualmente aplicadas.
Segundo a vereadora, o ambiente do hospital exige atenção urgente:
“O hospital está um nojo. Fui aos quartos, aos consultórios… não tem condição de os próprios funcionários trabalharem ali.”
Ela ressaltou que, mesmo com um prédio novo já construído e com a mesma capacidade de leitos, a estrutura atual permanece deteriorada e desconfortável para funcionários, pacientes e visitantes.
Atualmente, as visitas estão restritas a apenas uma hora por dia, entre 16h00 e 17h00, o que, segundo Taíza, prejudica familiares que trabalham e não conseguem estar presentes.
Ela lembrou que, em gestões anteriores, o hospital já adotou horários mais amplos:
“Já tivemos visita das 11h00 ao meio-dia. Não estou pedindo para liberar geral, mas para ter sensibilidade em cada caso.”
A vereadora enfatizou que a triagem e o controle de acesso são necessários, mas a rigidez atual desconsidera situações específicas, como parentes que viajam de outras cidades para acompanhar pacientes.
Taíza Andrade pediu que a Secretaria Municipal de Saúde avalie com carinho a situação e promova orientação à equipe que controla o fluxo de visitantes:
“Quem chega ali já chega cansado, preocupado. Tem gente internada há dias, às vezes meses. Precisam desse apoio.”
A parlamentar defendeu que o horário seja ampliado ou, ao menos, retomado o modelo anterior, que oferecia mais alternativas para quem trabalha.
Como sugestão imediata, Taíza propôs que o horário vigente seja estendido:
“Que passe de 4 às 5 para 4 às 6. Tem gente que não pode sair do trabalho e fica sem ver seu ente querido.”
Para a vereadora, a ampliação do período ajudaria pacientes emocionalmente fragilizados e tornaria o atendimento mais humanizado.
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