Apesar da aparência fofa, esses animais selvagens escondem comportamentos complexos e surpreendentes
Os guaxinins são mamíferos nativos da América do Norte, conhecidos por sua aparência marcante: possuem uma pelagem acinzentada, cauda com anéis escuros e uma espécie de “máscara” preta ao redor dos olhos. Essa fisionomia simpática, somada a comportamentos divertidos, fez com que esses animais ganhassem popularidade nas redes sociais, onde aparecem em vídeos lavando comida, interagindo com objetos ou até “invadindo” quintais em busca de petiscos.
A seguir, veja algumas curiosidades surpreendentes sobre os guaxinins!
Os guaxinins têm patas dianteiras incrivelmente desenvolvidas, com cinco dedos que lembram pequenos dedos humanos. Elas são extremamente sensíveis e flexíveis, o que permite segurar objetos, abrir potes, escalar, cavar e até girar maçanetas. Essa habilidade manual é uma das maiores responsáveis por seu sucesso ao explorar ambientes urbanos — especialmente na hora de abrir lixeiras e encontrar comida escondida.
Um dos comportamentos mais curiosos dos guaxinins é o de molhar alimentos na água antes de comer. Isso acontece principalmente quando estão em cativeiro, onde há disponibilidade de tigelas com água. Apesar de parecer uma tentativa de higiene, pesquisadores explicam que isso está relacionado à sensibilidade tátil de suas patas. Ao molhar o alimento, o animal consegue sentir melhor sua textura e forma, como se estivesse “examinando” o que irá comer. Na natureza, esse comportamento é raro e depende da presença de rios ou poças próximas ao alimento.
Os guaxinins têm hábitos noturnos, o que significa que são mais ativos durante a noite. Isso ocorre porque a escuridão oferece maior proteção contra predadores e permite que eles explorem livremente as redondezas. Seus olhos são adaptados para enxergar bem com pouca luz, e sua audição também é altamente aguçada. Em ambientes urbanos, eles costumam sair de seus esconderijos à noite para procurar comida, evitando o contato com humanos durante o dia.
Apesar de serem animais silvestres, os guaxinins se adaptaram muito bem às cidades. Eles aproveitam restos de comida humana, constroem tocas em forros de casas, telhados, galpões ou até bueiros, e conseguem explorar diferentes locais com facilidade. Sua inteligência, agilidade e dieta variada fazem com que eles sobrevivam em ambientes urbanos mesmo sem qualquer apoio de humanos. É comum encontrá-los em subúrbios e parques, onde coexistem com as pessoas — embora isso possa gerar conflitos.
Guaxinins são animais sociáveis e utilizam diversos sons e sinais para se comunicar. Pesquisadores identificaram mais de 50 tipos de vocalizações, como assobios, grunhidos, trinados e gritos, que variam de acordo com o contexto: proteção dos filhotes, alerta de perigo, dor ou aproximação amigável. Além disso, eles também usam expressões faciais, movimentos corporais e até a posição da cauda para interagir com outros guaxinins.
Graças às suas garras curvas e musculatura forte, os guaxinins são escaladores natos. Eles conseguem subir em árvores, muros, grades e até fachadas de casas com facilidade. Essa habilidade é usada tanto para fugir de predadores quanto para alcançar ninhos, esconderijos ou locais com comida. Em ambientes urbanos, é comum vê-los em telhados, chaminés e forros.
Guaxinins são onívoros, o que significa que comem de tudo. Sua alimentação inclui frutas, sementes, insetos, caracóis, pequenos vertebrados, ovos e até restos de comida humana. Essa dieta flexível os ajuda a sobreviver em diferentes ambientes, inclusive em cidades, onde encontram alimento no lixo ou em comedouros de outros animais. Sua curiosidade natural também faz com que experimentem alimentos novos, o que os ajuda a se adaptar a mudanças no ambiente.
Após o acasalamento, o macho vai embora e a fêmea assume sozinha os cuidados com os filhotes, que nascem cegos e indefesos. Ela constrói um ninho seguro, geralmente em ocos de árvores ou sótãos, e permanece ali por semanas, alimentando e protegendo os pequenos. Quando crescem, os filhotes aprendem com a mãe a procurar comida e a se defender, acompanhando-a por até 10 meses. Essa fase é fundamental para o desenvolvimento social e cognitivo dos guaxinins jovens.
Fonte: Portal EdiCase
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