Com a quebra da rotina devido às férias escolares, surgem novos desafios — e também inúmeras possibilidades. Ao invés de encarar os dias livres como um obstáculo, os pais podem aproveitar esse momento para estreitar laços e construir lembranças afetivas com as crianças.
A educadora parental Priscilla Montes e mãe do Gael, de 8 anos, defende que as férias não precisam ser um pesadelo para os pais, nem um tempo ocioso demais para as crianças. Com alguns ajustes e boas práticas, o recesso pode ser uma oportunidade valiosa de conexão afetiva e desenvolvimento emocional. “Não é sobre ter tempo o tempo todo, mas sobre criar intencionalidade com os momentos em que estamos juntos”, explica.
A seguir, a profissional lista 5 dicas práticas para tornar as férias escolares mais leves, criativas e afetivas compartilhadas. Confira!
Brincar é muito importante, é uma a linguagem da infância. É por meio das brincadeiras que a criança experimenta o mundo, se expressa, lida com emoções e desenvolve autonomia. Por isso, vale apostar em atividades simples que estimulem a criatividade, longe das telas: montar cabanas com lençóis, criar histórias com fantoches, brincar de massinha, pique-esconde, circuito com obstáculos na sala, caça ao tesouro ou até um desfile com fantasias improvisadas.
É impossível estar disponível o dia inteiro, e está tudo bem. Para a criança, a qualidade da presença é mais valiosa do que a quantidade. “Pode ser um jogo rápido, um banho divertido ou uma sessão de cinema com pipoca. Quando estamos presentes de verdade, sem distrações, sem celular, isso já nutre o vínculo de forma profunda”, diz Priscilla Montes.
Não é preciso planejar uma programação especial para cada dia. Pequenos gestos marcam a infância de forma poderosa. Até mesmo uma tarde fazendo bolo juntos, um piquenique no chão da sala, um “dia do circo” com pintura no rosto e pipoca são momentos que podem tornar aquele dia inesquecível e criar memórias afetivas. “A infância é feita de detalhes. Quando tornamos o comum em algo especial, a criança se sente parte de algo, e isso é precioso”, afirma a educadora parental.
Férias não precisam ser bagunça total nem controle absoluto. A dica é construir, junto à criança, uma rotina leve e com combinados claros. “Podemos perguntar: ‘O que você gostaria de fazer hoje?’ ou ‘Você prefere brincar antes ou depois do lanche?’”, sugere Priscilla Montes. Ela ainda reforça que dar escolhas dentro de limites é uma forma de ensinar autonomia e respeito mútuo.
Na reta final das férias, ajustar o horário de sono e retomar gradualmente a rotina ajuda a criança a voltar às aulas com mais tranquilidade. “Quando a rotina volta de forma abrupta, o corpo e o humor sentem o impacto. Esse cuidado com o sono, e com a volta, faz diferença na adaptação da criança e no equilíbrio da casa também”, reforça.
Por Catherine Teles
Fonte: Portal EdiCase
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