Em 10 de julho, o Brasil comemora uma das datas gastronômicas mais populares: o Dia da Pizza. Segundo a Apubra (Associação Pizzarias Unidas do Brasil), são produzidas mais de 3,8 milhões de pizzas diariamente no país. De fato, é difícil encontrar quem resista a uma fatia crocante, quentinha e bem recheada.
A boa notícia é que dá para se deliciar com uma boa fatia sem colocar a dieta ou a saúde em risco. Para isso, conforme o Prof. Dr. Durval Ribas Filho, nutrólogo, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) e palestrante do CBN 2025, basta fazer escolhas inteligentes e consumir com moderação.
O médico, no entanto, alerta para alguns riscos, como a ingestão de pizzas em versões ultraprocessadas. “Pizzas congeladas ou feitas com excesso de embutidos costumam ser ricas em sódio, gorduras e calorias. Isso pode favorecer o ganho de peso e o aumento do colesterol”, afirma.
Outro ponto de atenção são as massas feitas com farinha branca, pois contêm alto índice glicêmico, o que pode causar picos de açúcar no sangue. “Esse hábito alimentar, em excesso e a longo prazo, pode favorecer a resistência à insulina e aumentar o risco de diabetes tipo 2, especialmente em pessoas sedentárias ou com predisposição genética”, detalha o médico.
A pizza é um alimento que pode oferecer nutrientes, dependendo dos ingredientes usados. O tomate, por exemplo, é fonte de licopeno, antioxidante associado à prevenção de doenças cardiovasculares. Já os vegetais adicionam fibras, vitaminas e minerais à refeição.
Além disso, há um aspecto psicológico que não se deve desprezar: o prazer de comer bem. “Celebrar datas como o Dia da Pizza é saudável também do ponto de vista emocional. O problema está no excesso, não no alimento em si”, reforça o Prof. Dr. Durval Ribas Filho.
Abaixo, veja como tornar a pizza mais saudável e nutritiva!
Pessoas com intolerância à lactose, doença celíaca, hipertensão ou colesterol elevado devem ter cuidado redobrado ao escolher a pizza. “Nesses casos, é importante adaptar a receita ou optar por versões específicas, como massa sem glúten e queijos veganos ou sem lactose”, orienta o nutrólogo.
Por Andréa Simões
Fonte: Portal EdiCase
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